Sou o outro,
o verme sujo,
a sujeira debaixo das unhas.
Sujeita ao mesmo,
nada anseio,
pois me despiram
de qualquer respeito
por me ser despeito.
O meu corpo diabólico,
renegado,
bem-vindo apenas para
ser gozado;
uma incubadora
sacra,
uma luz enviesada
que não ilumina nada,
cega e abala.
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